
Aos 43 do segundo tempo de um Flamengo x Vasco decisivo, no dia 27 de maio de 2001, ele alterou o pulso nacional. Foi quando marcou o gol de falta que deu ao Flamengo seu quarto tricampeonato carioca. Ao ver a bola entrar, saiu correndo rumo à lateral, estacou e caiu de costas - a entrega total, a certeza de que a vida já não lhe devia nada, de que seria amado para sempre.
(trecho do artigo "amado para sempre", de ruy castro, publicado ontem no jornal folha de são paulo. um abrazo pro brother daniel brito, que o apontou para mim.)
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